Trânsito irritante!

Haja paciência para o trânsito de cada dia, fala sério?! Como de praxe, você já sai de casa atrasada. Na primeira esquina em que pára para esperar o semáforo abrir, um engraçadinho fecha o cruzamento da rua e te impossibilita de seguir adiante. Depois de muita buzina e xingamentos, o semáforo fecha mais uma vez e a espera começa de novo.

Na próxima cena, um senhorzinho que não deve mais enxergar direito – mas que ainda é permitido a dirigir – anda a 5 km/h até parar ocupando todas as faixas da rua para poder fazer uma baliza à direita quase batendo a testa no pára-brisa do carro. Depois de quatro lentas tentativas, o “obstáculo” sai da sua frente e te deixa passar.

E os motoristas que param quando o farol está amarelo?! Eles não sabem que é a cor vermelha é que te impede a passagem? Dessa maneira, então, deviam ter inventado um semáforo bicolor: verde e vermelho! Mas não, por causa dessas pessoas que têm medo de dirigir, você é obrigado a assistir o mesmo farol abrir e fechar várias vezes.

Mas pior do que tudo isso é ver os motoqueiros “tirando fina” do seu carro enquanto espera o farol abrir. Eles se acham os donos da rua e pensam que você tem obrigação de colocar o carro de lado para eles passarem! Então, você tem que assistir o mesmo semáforo abrir e fechar várias vezes por causa do incompetente à sua frente, mas os motoqueiros não?

Uma regrinha básica devia ser ensinada a todos os motoristas: se for estacionar, o faça logo; se o farol estiver amarelo, passe logo; e se não souber para onde ir, não obstrua o caminho por que o cara de trás sabe e quer chegar logo! E aos motoqueiros, um recado: trânsito significa fila e, portanto, a vantagem é de quem chega primeiro e, francamente, ninguém tem obrigação de dar passagem para vocês!

Enviada por Suellen Braga em 2008-09-16   Comentários (30)

Estórias Ganhadoras Positron Cyber Femme

1. Cintia P. Tavares – Assis / SP

Mulher ao volante não significa perigo constante! Tenho carta há seis anos, mas comprei meu primeiro carro há uma semana e, com isso, fui aprendendo muito mais detalhes de direção. No meio de tanta informação, o que mais me chamou a atenção foi descobrir que o seguro para mulheres é mais barato!! Sim!! Mais barato que o seguro para homens ao volante! Por que será hein?! Não seria porque as mulheres são mais cuidadosas e batem menos do que os homens? Lendo um estudo de uma seguradora realizado no ano passado, vi que as mulheres se envolvem menos em acidentes de trânsito, assim como as de 24 anos batem 21% menos do que os homens de mesma idade, e com danos 14% menores! Aquela história toda de aptidão masculina já não existe mais. Os carros atuais não requerem esforço que uma mulher não possa despender. Acredito que ambos os sexos são passíveis de erro no trânsito e possuem as mesmas condições físicas e psicológicas para dirigir. E se as condições são as mesmas, por que uma pessoa do sexo masculino dirigiria melhor do que outra do sexo feminino? Portanto, chega de dizer que mulher é um perigo constante ao volante, é preciso dar um basta àquele pensamento de que se alguma infração foi cometida no trânsito, "só podia ser mulher". Esse papo já não cola mais! E viva a mulher ao volante!!!!!


2. Gianini de Figueiredo e Almeida – Aracaju / SE

Verão de 1999... Aguardadíssimas férias! Muita vontade de viajar e pouquí$$imas condições para dar vazão a tanta vontade. Peguei o meu carro e resolvi "descer" o litoral da Bahia. Uma temeridade... Já seria um milagre se o carro conseguisse chegar à esquina da minha casa(rs). Ainda na linha verde dois pneus furaram... Troquei um e fiquei esperando o outro "cair do céu". Um cara lindo me emprestou um pneu e eu o peguei "emprestado para sempre". Naquele verão, além de um estepe extra, ganhei um marido. Até hoje vivemos o nosso conto de fadas... O belo príncipe e a sua "Gata Borracheira"(rs).

3. Danúbia Oliveira Rodrigues – Perdões / MG

Começei a namorar no ano de 2002 e sempre tive muita vontade a prender a dirigir mas meu pai nunca teve paciência em me ensinar. Meu namorado sabia dirigir desde muito novo e então resolvi pedir à ele para me ensinar. Pois bem, ele me enrolou e nada de me ensinar. Resolvi em 2004 juntar um dinheiro e entrar na auto-escola. Meu namorado sempre dirigindo mas nunca teve carteira de habilitação. Fiz as aulas na auto-escola e fui aprovada no primeiro exame. Decidi então que ia juntar um dinheirinho prá comprar meu carro. Consegui uma entrada simbólica para financiar o restante do valor do carro. Fiz essa compra em novembro do ano passado e hoje estou muito feliz! Concluindo, não precisei de ninguém para me ensinar a dirigir, tirei minha carteira e ainda comprei meu carro. Agora só preciso de um alarme prá ficar completo! Mulheres sempre firmes e determinadas!

4. Cristiane Conde – Recife / PE

A minha mãe dirigia muito bem, e seu primeiro carro foi um Fusca preto, ano 60, que adorava de paixão. Uma vez, no trânsito, deu passagem a uma ambulância, e o cara do carro de trás não gostou e a xingou. Ela calmamente não deu atenção, e ele por raiva bateu no carro dela para provocar uma discussão. Ela mais uma vez ligou o rádio e seguiu em frente por mais um quarteirão, mas chegando em casa, foi olhar o que lhe restou do carro, chamou um mecânico qualquer da lista de telefones e para sua surpresa ele era o rapaz do seu dia de cão. Logo eles se entreolharam, se beijaram e marcaram o casório. Para a Igreja ela foi de charrete e ele de bicicleta para evitar confusão!

5. Flavia Almeida – Rio de Janeiro / RJ

Minha estória tem mais haver com homens, mas o episódio foi tão engraçado que vale a pena contar. Meu marido, na época namorado, tinha acabado de comprar seu primeiro carro zero. Cheirinho de carro novo, bancos ainda com plástico, cuidados pra cá, cuidados pra lá, limpa os pés antes de entrar, não pode ir à praia para não sujar o carro de areia, essas coisas de homem... Então decidimos fazer a primeira viagem do carro novo para serra. Na volta li uma plaquinha na estrada assim: "OVOS DE QUINTAL", e pedi para entrarmos na ruazinha em que a placa indicava para comprarmos os ovos. Olhem, o carro andou uns três quilômetros dentro do mato, andou, e andou, e andou, era só mato de um lado e do outro, até que chegamos numa casinha com um galinheiro anexo. Descemos e logo chegou a dona do negócio para nos atender. Entramos no galinheiro para escolhermos nossas “compras” quando a vendedora nos surpreendeu com seguinte frase: "Olha, o carro tá andano suzinho!", foi ovo pra tudo que era lado, meu marido correu e tentou parar o carro no melhor estilo Super Homem, segurou o capô e veio escorregando de costas ladeira abaixo. É obvio que ele não conseguiu segurar e só não foi atropelado porque o carro bateu na única coluna de concreto que existia na casa. A cena foi muito engraçada e eu não pude evitar o riso, mais engraçado foi ver o coitado sentado no chão chorando e dizendo que a culpa era minha. Ora? Minha? Mas quem não puxou o freio de mão foi ele! Vocês pensam que acabou? A saga estava só começando. Na época, há uns quinze anos atrás, não havia essa facilidade de celular, lembro que vendemos um Fusca para comprarmos nosso primeiro celular alguns anos depois, ainda assustados pelo fantasma desse evento. Voltando à nossa estória, o carro amassou travando uma peça que não permitia que o motor ligasse e o nosso “motorista” só sabia chorar... Como a culpa era toda minha, tive que tomar a iniciativa de andar até a estrada para pedir ajuda. Atravessei todo o matagal a pé e mais um bom pedaço de estrada até encontrar em borracheiro e um orelhão quebrado. Perguntei se havia algum jeito de nos ajudar, mas o borracheiro disse que só entendia de remendar pneus e o telefone estava quebrado há anos. Só restou uma alternativa, pedir carona. Essa parte foi fácil, logo o primeiro carro que passou era de uma família muito prestativa que me deixou no posto do Anjos do Asfalto mais próximo (se por acaso essas pessoas caridosas estiverem lendo, novamente vai meu muito obrigada). No posto, liguei para nossa seguradora e aguardei por uns trinta minutos a chegada do reboque. De volta à tal plaquinha, o carro já estava na estrada. Eu demorei umas quatro horas na minha aventura e como é sabido, os homens não são muito pacientes, com a ajuda do borracheiro meu marido desamassou o carro e consegui fazê-lo andar. Como o reboque já estava lá, pedi que fôssemos para casa rebocados, mas sabem como são os homens, orgulhosos, não cedem sob nenhum argumento. Não é querer ser sabichona, mas eu bem que avisei, eu pedi, eu até implorei para irmos no reboque, mas não fomos. Entramos no carro e seguimos rumo ao Rio de Janeiro. Discretamente pedi ao reboque que nos seguisse até sairmos da estrada. E lá fomos nós, ele dirigindo e reclamando e eu comendo um sanduíche oferecido pela seguradora e ouvindo que a culpa era minha. Vocês pensam que acabou? Ainda tem mais. Pisquei e vi tudo escuro, meu sanduíche ficou crocante e notei que estava mastigando vidro! O capô levantou, espatifou o pára-brisa e amassou o carro todo! Sorte foi o reboque vir atrás. Meu marido também teve mérito, não freou bruscamente, manteve a velocidade do carro até conseguirmos encostar e isso foi na Dutra! Quando descemos e olhamos a “sucata”, (imaginem: cheirinho de carro novo, plástico nos bancos, recém tirado da loja...) não tinha um pedacinho inteiro! Todos os vidros quebrados! As portas, o teto, o capô, tudo amassado! Não sei como, mas até a parte de trás do carro estava amassada! Foi trágico, mas hoje eu confesso, tive que segurar o riso, a cena foi engraçada. Finalmente fomos pra casa (no reboque) e só quando entramos lembramos, e os ovos?

6. Francisca Luciana Albuquerque Benevides – Maracanaú / CE

Meu marido é uma pessoa maravilhosa... tirando o machismo inveterado! Durante anos ele nunca me ajudou a dar entrada na habilitação, sempre fazendo referências maldosas de que mulher só pilota fogão. Eu insistia nesse assunto e enumerava as vantagens, ainda mais porque ele gosta de tomar uma cervejinha, o que gerava uma preocupação cada vez que saíamos. Mas nada! Até que no mês retrasado, decidi efetuar minha matrícula na auto-escola sem ele saber. Disse que precisava fazer um curso à noite durante quase dois meses por exigência do trabalho e me dediquei pra valer no meu projeto. Realizei todos os exames, tirei nota máxima na prova de legislação e passei com louvor na prática. Mesmo assim, esperei uma boa oportunidade e ela veio no último final de semana. Fomos a uma feijoada e quando íamos sair de lá, o organizador anunciou que havia uma blitz próxima ao Buffet por conta da lei seca. Meu marido já ia chamar meu irmão para nos buscar quando eu disse: deixa comigo! De boca aberta, meu amor me viu entrar no carro, manobrá-lo perfeitamente e chamá-lo para ocupar o assento do carona, acenando com orgulho a carteira de habilitação. Foi uma surpresa para ele e um deleite para mim!

7. Rosemeire Dias de Queiroz – São Caetano do Sul / SP

Quem disse que mulher ao volante é perigo constante??? Já socorri muitos homens parados ao relento esperando socorro; já reboquei um veículo incapacitado de andar de uma cidade a outra; ajudei muitas mulheres com seus veículos parados sem bateria, e muito mais! Ando com um aparato de ferramentas no porta-malas de meu carro para poder ajudar a quem precisa... principalmente o sexo oposto... imaginem uma mulher parando para auxiliar um homem e seu veículo... e, com todas as ferramentas necessárias em um socorro como: cabo de transmissão, chave de fenda, martelo, lanterna, capa de chuva, corda para reboque, etc.! Pasmem, mas é de morrer de rir a cara que eles ficam!!!!! Nós mulheres estamos revolucionando no quesito segurança no trânsito!

8. Francisco Valdenir da Silva – Maracanaú / CE

Eu e minha esposa temos praticamente o mesmo tempo de experiência ao volante. No entanto, meu machismo não permitia enxergar suas qualidades como motorista e eu praticamente monopolizava o carro. Apenas aos finais de semana, quando ela precisava ir à casa de um parente ou de uma amiga e eu não podia ir junto, a deixava dirigir (desde que fosse para pertinho). Acontece que a arrogância masculina prega as suas armadilhas e depois de passar muitos sinais vermelhos, exceder a velocidade várias vezes e cometer outras tantas infrações, acabei estourando os pontos e perdi a minha habilitação. Que vergonha! Cheguei em casa e contei tudo pra ela. Ficaria um ano sem dirigir e ainda precisaria fazer vários cursos pra recuperar o direito. Mas esse ano foi uma lição para mim! Minha esposa se tornou a motorista oficial e, no banco do carona, constatei que ela é excelente ao volante. Calma, precisa, segura e, principalmente, seguidora das normas. Daqui a alguns meses terei minha carteira de volta. Mas com certeza, a partir de agora, minha mulher terá os mesmos direitos que eu.

9. Sandra Regina Zanin – Campinas / SP

O charme ao volante é mesmo uma arma feminina muito poderosa. Qual de nós nunca tirou vantagem pedindo passagem em um cruzamento tumultuado ou disputando aquela única vaga no shopping lotado? No último ano da faculdade, cheguei atrasada para uma aula importante e passei por uma parte de terra para estacionar meu carro. Há alguns dias estava chovendo muito, mas não me atentei. Quando percebi, meu carro estava atolado e as rodas não paravam de girar sem saírem do lugar! Respirei fundo, fingi que aquilo não estava acontecendo comigo e olhei para os lados a procura de um ser bondoso. E ele apareceu! Um amigo da classe estava passando e me socorreu e é claro que toda a “parte suja” ficou com ele. E eu? Mais uma vez fui salva pelo charme feminino ao volante!

10. Cristiane Ferreira – Marilia / SP

Minha história aconteceu recentemente, mais especificamente no final de semana passado. Eu e meu namorado moramos em cidades diferentes, ele em Rio Claro - SP e eu em Marília - SP. Como ele faria aniversário combinamos que eu iria visitá-lo. Porém, comprei meu primeiro carro há alguns meses e nunca havia viajado para longe, ainda mais sozinha. Pois bem, após muitos pedidos ele me enviou um mapinha de como chegar a Rio Claro, e ficou me falando e falando nos dias que antecederam a viagem para que eu prestasse muita atenção, pois chegando à cidade de Bauru a rodovia entrava na cidade e se eu não prestasse muita atenção mesmo, iria me perder. Paranóia de homem! Dito e feito! Me perdi na bendita cidade, e só após muitas paradas para pedir informação consegui voltar para o caminho correto. Chegando lá, inventei de contá-lo sobre o acontecido. Pronto! Foi pouco para ele ficar falando e tirando aquele sarrinho básico dos homens quando o assunto é mulher e direção. No dia seguinte combinamos que ele me traria para casa, pois como eu iria sair tarde de Rio Claro, chegaria anoitecendo em Marília. Preocupado comigo ele veio dirigindo. No finalzinho da tarde estamos passando pela cidade de Jaú, e como algumas mulheres devem saber, aquela cidade é o sonho de consumo das mulheres que como eu, são apaixonadas por sapatos. Logo, o fiz parar quando vi um shopping só de sapatos, e ali atrasamos algumas horas na viagem... Voltamos para a estrada e alguns quilômetros depois, chegávamos a adivinhem onde: Bauru! Como conversamos distraídos e cá entre nós para minha felicidade, ele passou a entrada que deveria pegar e se perdeu também. Como não poderia deixar passar olhei para ele com aquele sorriso um tanto sarcástico e lhe disse a velha frase: Ta vendo! Sei que vingança não é legal mas... foi bom o gostinho de vê-lo sem resposta! Chegando em Marília ele ainda teve que fazer todo o caminho de volta, de madrugada e pior, de ônibus! Sem falar que prometeu nunca mais criticar ou tirar sarro de mulher nenhuma dirigindo.


11. Francisco Célio de Queiroz Lima – Fortaleza / CE

Adivinhem só a minha profissão? Instrutor de Auto-Escola! Diariamente lido com gente que busca habilitar-se e adquirir o direito de ir e vir sobre quatro rodas. No mundo da maioria das pessoas as mulheres são “perigo ao volante”, cometem barbeiragens, nunca aprendem a dirigir, sua relação com o carro é praticamente como água e óleo – não se misturam. Porém, no MEU MUNDO, as mulheres são mais educadas ao volante, aprendem rápido, têm mais tranqüilidade, não se arriscam à toa e, principalmente, passam de primeira nas provas. Na auto-escola que trabalho sou conhecido por fazer questão de ensinar mulheres. Se aparece alguma aluna, logo me disponho a dar aulas. E não é com segundas intenções (embora admita que é bem mais agradável dar aula para uma aluna cheirosa e educada do que a um marmanjo grosso e inimigo do desodorante): é porque acho mais fácil ser instrutor das meninas. Elas não trazem os vícios, nem a arrogância típica dos homens, que acham que sabem tudo e acabam reprovados por excesso de confiança. Nem cometem certas ousadias que culminam em acidentes e discussões. Para quem acha que mulher e volante não combinam, experimente ser instrutor de auto-escola e vai ver que sua teoria é furada!


12. Josemar Gomes da Silva – Cuiabá / MT

Não é fácil ter charme ao volante, por isso acredito que esse papel é exclusivamente feminino. Nunca acreditei na capacidade feminina ao volante, até conhecer minha namorada. Durante quatro anos de namoro acumulei muitas aventuras a respeito da minha namorada para contar. A melhor delas aconteceu num dia em que sai para jogar futebol com o pessoal do meu serviço. Quando terminamos a partida, peguei o carro e fui em direção a minha casa. No meio do caminho o carro simplesmente parou de funcionar, não acelerava, não ligava farol, alerta não funcionava, nada dava certo. Quando vi que não tinha saída liguei para minha namorada e pedi para que ela arrumasse uma corda e fosse me encontrar para guinchar o carro. Em 20 minutos ela chegou com todas as ferramentas necessárias para levar o carro até uma oficina mais próxima. Quando chegamos na oficina o celular dela tocou. Era o irmão dela pedindo ajuda, pois também estava com problemas no carro. Ela me deixou na oficina, separou todas as ferramentas e foi socorrer o irmão. Chegando lá meu cunhado disse que o carro começou engasgar e não pegou mais. Ela entrou no carro, tentou ligar e constatou que era problema na bateria. Foi então que ela pegou uns cabos que fica no porta-malas, conectou na bateria do carro dela e deu uma carga na bateria. O carro voltou a funcionar e ela ficou com aquele ar de orgulhosa por ter resolvido dois problemas aparentemente masculinos num só dia. Após esse dia comecei observar e percebi que ela faz questão de se virar sozinha quando o assunto é carro. Nunca vi um mecânico passar ela para trás com conversas fantasiosas, ela tem uma maleta de ferramentas exclusiva para uso pessoal dela - sem contar que até a maleta de ferramentas tem todo um charme feminino - nunca precisei trocar um pneu furado no carro dela e a cada dia que passa eu admiro mais esse tipo de mulher que realmente deixa seu recado para qualquer tipo de atitude machista, mulher forte sem perder a sensibilidade, bela sem perder a naturalidade e acima de tudo mulher de atitude seja no volante, na vida pessoal ou profissional.



Enviada por em 2008-09-11   Comentários (138)

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