Zona azul!

Era um sábado de manhã quando meus amigos e eu decidimos ir ao parque Ibirapuera para fazermos um piquenique e relaxar um pouco. Saí de casa as 8h e busquei meu namorado e minha amiga, cada um em sua casa. Chegando lá,queria parar o carro na rua, mas nada de encontrar vaga, após algumas voltas desisti e decidi parar no estacionamento do parque.

A condição para estacionar era o cartão Zona Azul e, como nunca paro em locais que necessitam do cartão, obviamente, não tinha no carro. Perto de onde estacionei tinha uma mulher vendendo. Pedi para minha amiga comprar o cartão, ela demorou um pouco para comprar, e me entregou. Imediatamente, coloquei o cartão no carro e fomos em direção aos nossos amigos que lá esperavam.

Chegamos ao parque as 10h e quando se completou o limite de duas horas pedi para o meu namorado ir trocar o carro de lugar, após uma demora de 20 min. ele voltou com uma cara de enterro que chegou a assustar. Perguntei o que tinha acontecido, e como ele sabia que eu iria estourar disse que não era nada. Depois de muita insistência ele tira um papel do bolso, mas não era um simples papel, era uma multa, e o motivo? Cartão Zona Azul não preenchido.

A minha digníssima amiga simplesmente comprou o cartão, me entregou sem preencher, e eu meio estabanada e com pressa não conferi, resumindo, coloquei o cartão de zona azul em branco, o que me resultou em uma multa de R$ 53,21 e mais 3 pontos descontados na carteira de motorista.

Dessa vez a decepção foi comigo mesma, foi falta de atenção, mas também vamos combinar a minha amiga nem imaginava que cartão de Zona Azul era para ser preenchido, ela achava que simplesmente você comprava o cartão e colocava lá e por algum tipo de mágica o marronzinho que multa ia adivinhar a data e horário que você estacionou o carro.

Enviada por Erica Seccato em 2008-08-13   Comentários (62)

Proibido estacionar?!

Depois de um dia cansativo, que tal comer em um restaurante japonês?! Essa foi a idéia do pessoal da empresa, em plena quinta-feira. Eu como estava de rodízio fui com uma amiga ao volante. Ela estacionou o carro na rua, na frente de uma escola, próximo à entrada do restaurante. Saímos do carro e fomos encontrar nossos amigos.

Comemos muito e já estava na hora de ir embora, por dois motivos, era uma quinta-feira, no outro dia tinha que acordar cedo e o outro era porque minha amiga iria me levar para casa. Iria sair do restaurante que era duas ruas para baixo de onde morava, para atravessar um viaduto e mais uma ponte até a minha casa. Estava com vontade de ficar mais, mas é... eu estava de carona!

Chegamos até o carro, e um porteiro que estava na frente da escola falou com um tom sarcástico “Vocês foram premiadas com uma multa!”. Quem é ele para falar desse jeito, até parece que uma multa é um prêmio. Minha amiga retrucou falando “Como se aqui não tem nenhuma placa?!”, e o porteiro apontou a placa que estava sendo coberta por uma árvore.

Minha indignação começa por aí, quem é o porteiro para falar daquele jeito, e fora que ele estava lá quando a minha amiga estacionou o carro. Ele poderia ter avisado: “Meninas, não pode estacionar!”, mas não, ele resolveu simplesmente ignorar o fato que outra pessoa poderia levar um prêmio, que pra mim, chamaria de multa. Outro ponto, foi pelo fato da placa que indica “Proibido Estacionar”. Ela estava coberta por galhos de uma árvore. Será que antes de multar os carros o CET não poderia ter notificado a placa encoberta? Por que quem na verdade deveria receber uma multa são os responsáveis por deixarem a placa como está, quase invisível.

Conclusão minha amiga vai ter que pagar a multa, a placa de “Proibido Estacionar” vai continuar encoberta e o porteiro vai continuar distribuindo os prêmios quando um CET, passar pelos carros estacionados.

Enviada por Aletéia Beller em 2008-07-30   Comentários (24)

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