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Mercado de trabalho

O preconceito contra a mulher diminuiu no mercado de trabalho. Hoje consegue o emprego ou mantém-se no cargo o profissional que é mais competente e tem atitude. E elas estão mostrando que vieram pra isso!
 
Para garantir seu lugar no mercado de trabalho, invista em educação e atitude. Por Erica França em 2009-02-19 18:55:08
Fotos de arquivo.
Educação e atitude. Estes são os dois diferenciais na carreira atualmente. Para manter o emprego ou garantir crescimento profissional, especialmente em um cenário de crise e recessão econômica, é preciso investir na qualificação e manter uma atitude adequada dentro do mercado de trabalho.

Para a headunter Magui Lins de Castro (foto), sócia da CTPartners, homens e mulheres têm as mesmas dificuldades e facilidades dentro do mercado de trabalho. “Se está difícil para a mulher, também estará para o homem. Hoje o que conta é a competência”, afirma.

A mulher atualmente está se desdobrando e competindo com o homem de igual para igual. Ela aprendeu, segundo Magui, a dividir a jornada entre família e carreira. “A mulher está estudando mais, se atualizando e, na busca por uma vaga em uma empresa, se ela for a melhor preparada, será escolhida”, garante.

Magui também ressalta a importância da atitude na carreira do profissional. “A mulher, por exemplo, tem de amadurecer, crescer profissionalmente e adotar a postura adequada, não pode se comportar como uma menina para sempre”, adverte.

Segundo ela, a atitude é importante em todas as profissões. “É preciso ser firme no momento certo, político, delicado na hora que for para ser delicado. E isso serve tanto para homens quanto para mulheres”, destaca. “Há muitos homens liderados por mulheres se sentindo felizes, porque reconhecem que ela tem competência para ocupar o cargo de chefia”, explica. Magui ressalta ainda que o ambiente de trabalho mais saudável é aquele mesclado, com homens e mulheres. Desta forma, segundo ela, o assunto tratado por eles será estritamente profissional, o que contribui para o trabalho.

A headhunter garante que o preconceito contra mulheres no trabalho está bem menor e a diferença de sexos também não influi nos salários. “Se a mulher for melhor negociadora que o homem pode conseguir um salário mais alto que o dele para determinado cargo”, exemplifica.



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