Sogras são um tema recorrente de piadas. E, muitas vezes, na vida real, elas atrapalham a vida de um casal. Mas, de modo geral, existem sogras boas e ruins, segundo a psicóloga Marina Vasconcellos. “Há aquelas que respeitam o relacionamento e o espaço do casal, mas há outras também que acabam se intrometendo, entrando na casa do casal a qualquer hora”, explica Marina.
Segundo a psicóloga, são três tipos de sogras: as que não atrapalham o casal, as protetoras e as competitivas. “Algumas sogras esquecem do filho. Depois que ele casa, elas se sentem livres pois já criaram os filhos”, comenta. As protetoras são aquelas que ligam toda hora para saber se o filho está bem. “Ela não percebeu que o filho cresceu e se tornou um adulto”, diz.
Mas a pior delas, de acordo com a psicóloga, é a competitiva. “São aquelas que criticam tudo que a nora faz. Ela ainda não entendeu que há diferença entre amor de mãe e de esposa”, diz. De acordo com Marina, algumas sogras são difíceis de lidar porque os próprios filhos permitem este comportamento. “Isto ocorre, principalmente, com os filhos únicos que criaram uma certa dependência da mãe”, explica.
Para que a vida não se torne um tormento por causa da sogra, o primeiro passo deve ser conversar com o marido. “O filho tem de colocar limites na mãe, para que ela não seja uma sogra que se intromete na vida deles, competitiva ou super protetora”, ensina.
Outra dica é descobrir o estilo da sua sogra. “Depois disso, entre no ‘jogo’ dela. Se ela for competitiva e falar que cozinha melhor que você, peça para ela te ensinar”, explica. A psicóloga ensina que o ideal é escutar o que ela tem para dizer de forma paciente. “Se você discutir com ela, sua vida vai piorar”, afirma.
Netos
Quando o casal tem filhos, a conversa com a sogra também é o melhor caminho para melhorar a relação. “O ideal é que você peça conselhos a ela sobre como educar uma criança”, afirma. Com estas ações, a sua sogra pode começar a te tratar como se você fosse uma verdadeira filha.
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