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Peeling para adolescentes, não!

Muitos adolescentes, mesmo sem terem problemas acentuados de acne, apelam a tratamentos como o peeling. O procedimento, no entanto, pode resultar em envelhecimento precoce.
 
Procedimento pode ocasionar envelhecimento precoce de acordo com o tipo de pele. Por Erica França em 2009-04-24 15:55:36
Fotos de arquivo
Com o fim do verão, muitas pessoas aproveitam para fazer tratamentos de pele. Um deles é o peeling, que promove a renovação celular e que não pode ser feito em dias de calor, quando a exposição ao sol é muito grande.

“Indicado para renovar a pele, o peeling tem a função de retirar pequenas imperfeições, diminuir manchas, atenuar cicatrizes de acne e rugas e até tratar flacidez da face por meio de uma agressão controlada”, explica o dermatologista Cesar Cuono.

Apesar dos benefícios, Cuono alerta para os perigos do peeling em peles de adolescentes – entre 12 e 19 anos – que não tenham problemas de acne, comum nesta faixa etária.

“Se esta derme não tem marcas provenientes de espinhas e cravos ou manchas acentuadas, o peeling não é indicado”, frisa.

Em vez de beneficiar a pele destes jovens, o tratamento desencadeará problemas que serão percebidos em cerca de 15 anos. De acordo com o dermatologista, quando estas pessoas tiverem uns 30 anos perceberão um envelhecimento acelerado da pele. Siga o Charme ao Volante no Twitter.




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