De acordo com Rossi, a ABAV está orientando as agências de viagem a conversarem com seus clientes, solicitando que, por ora, adiem a viagem ou mudem o destino. “O próprio governo do México isolou alguns lugares fechados para evitar o maior contágio da gripe, desta forma, alguns pontos turísticos estão desativados -teatros, museus”, afirma o diretor. Ele comenta a viagem só deve ser feita em casos indispensáveis. “Nesta situação, o viajante está ciente do risco que corre”, ressalta Rossi.
No Aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, estão sendo distribuídos folhetos com informações sobre os sintomas da gripe suína para passageiros que vão embarcar. “Mas, de modo geral, em todos os aeroportos do país já estão sendo tomados alguns cuidados, como o monitoramente de vôos que vão para o México”, explica o diretor.
Vale citar que o mesmo cuidado deve ser tomado em relação aos Estados Unidos, já que algumas cidades já tiveram confirmação de casos da doença, inclusive Nova York.
Gripe suína
A gripe suína é causada pelo vírus influenza, que afeta o porco. Mas, atualmente, este vírus sofreu mutação e agora ele também tem a capacidade de infectar humanos. Isto ocorre quando uma pessoa em contato com algum suíno contaminado é infectada. A partir daí, as pessoas que tenham contato com ela podem adquirir a gripe suína.
Os principais focos da doença estão no México e nos Estados Unidos. No entanto, em outros países da América, na Europa e Oceania já foram confirmados casos da doença.
Os sintomas de quem está contaminado com a gripe suína são febre, indisposição, falta de apetite e tosse. Mas algumas pessoas também podem ter coriza, garganta seca, náusea, vômito e diarréia. Para combater a doença, ainda não foram descobertas vacinas, mas medicamentos a base de zanamivir e oseltamivir estão mostrando algum resultado diante ao problema.
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