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Citroen C4

A Citroen investe no trio conforto, bem-estar e prazer de dirigir no novo modelo que compõe a linha C4. O C4 Hatch já esta nas 118 concessionárias da marca e custa a partir de R$ 53,8 mil.
Novo modelo da Citroen é boa opção entre hatches médios. Por Érica França em 2009-02-16 11:57:08
Fotos Divulgação.

Motor potente, espaço interno que lhe garante conforto e um design arrojado. Estas são as características básicas que lhe farão ter prazer ao dirigir o novo Citroen C4 Hatch. O objetivo da montadora francesa com o lançamento é justamente aliar o prazer de dirigir ao conforto e bem-estar.

Se o motorista gosta de dirigir, o conforto também é garantido ao passageiro, que tem espaço confortável e um ar-condicionado só seu. O marcador de velocidade, localizado no centro do painel, permite que o passageiro também acompanhe a velocidade do veículo, sua temperatura e autonomia (o quanto o carro pode percorrer com o combustível que tem).

As 118 concessionárias da Citroen no Brasil já contam com os novos modelos

produzidos na Argentina – o GLX 1.6 16 válvulas e o Exclusive 2.0 16 válvulas. Os dois modelos são cinco portas e sistema flex. O modelo de entrada (1.6) custa a partir de R$ 53,8 mil. O modelo completo (2.0 com todos os opcionais) sai por R$ 74,8 mil.

O GLX 1.6 já conta com trio elétrico, freios ABS, ar-condicionado, air-bag duplo e CD player com controle no volante. De acordo com representantes da Citroen, durante o test-drive do qual o Charme ao Volante participou, no dia 9 de março, a intenção é que o consumidor sinta, logo no carro de entrada (o mais básico) que está levando um veículo completo. O público que a Citroen pretende atingir é composto por jovens de até 35 anos e jovens casais. Os principais concorrentes do C4 Hatch são o Vectra GT, o Focus Hatch, o Golf e o Peugeot 307. O novo C4 complementa a linha composta pelo esportivo C4 VTR e pelo sedã C4 Pallas.

O carro

O modelo mais completo tem câmbio automático seqüencial como opcional. Este foi o carro testado pelo Charme ao Volante. Ele pode ser dirigido tanto manualmente quanto pelo modo automático e, numa terceira opção, de forma esportiva. Manualmente, tem mais força e maior arrancada ao sair de um pedágio ou farol. No modo automático, o motor continua mostrando a sua força (tanto o 1.6 quanto o 2.0 com pequena diferença na subida), mas a arrancada é sutilmente mais fraca. As marchas vão sendo trocadas de forma suave e o motorista não ouve barulhos nem sente solavancos. O modo esportivo permite ao motorista mais velocidade. Neste modo, as marchas são trocadas apenas em alta rotação, quando o motor está a 6 ou 7 mil cilindradas. Embora ideal para quem goste de aventura, o modo esportivo gasta quase o dobro do combustível.

Pela suavidade com que a velocidade avança, os motoristas têm de tomar cuidado para manterem-se dentro do limite estabelecido pela via. Este, no entanto, não é um problema, pois o veículo tem um limitador de velocidade (o que lhe permite programar a velocidade máxima a que o carro pode chegar e continuar dirigindo tranquilamente) e também o piloto automático (também com velocidade escolhida pelo motorista).



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