O primeiro modelo da linha DS promete conforto. O chassi e o conjunto de suspensões, do tipo pseudo-McPherson na frente e com travessa deformável atrás garantam uma direção suave. Assim como a flexibilidade e os amortecimentos, que foram desenvolvidos para ler o solo e tornar o dia a dia de asfalto menos pesaroso.
Os calços flexíveis do eixo traseiro asseguram absorção satisfatória durante a passagem de obstáculos ou irregularidades. Quanto à direção, ela se beneficia de um volante de pequeno diâmetro.
O DS3 recebe também diversos equipamentos de ajuda à direção, tais como o regulador/limitador de velocidade ou ainda o indicador de mudança de marcha, que preconiza as trocas de marchas para uma direção ao mesmo tempo mais econômica e ecológica.
Com desempenho a partir de 99 g/km, o nível de emissões de CO2 do DS3, há cinco motorizações: duas HDi FAP, de 110 e 90 CV, e três à gasolina - o THP 150, o VTi 120 e o VTi 95.
O painel de bordo é sobre-elevado para privilegiar o espaço para as pernas enquanto os assentos finos e a linha traseira do tipo SW favorecem o espaço traseiro. A marca se gaba de oferecer cinco lugares de fato, além de portas-objetos múltiplos (dos quais um porta-luvas de 13 L), bem como um versátil porta-malas (285 L) que se torna modulável graças ao encosto traseiro bi-partido 2/3-1/3.
Estética
É possível customizar o modelo segundo o gosto pessoal. Detalhes tanto de teto, quanto carroceria, capas de retrovisores, rodas e outros.
No interior, o friso do painel de bordo, o pomo da alavanca de câmbio e muitos outros elementos “vestem” diferentes cores, tecidos ou materiais.
O teto (“flutuante”) pode ter quatro cores distintas do resto da carroceria: Preto Ônix, Branco Opala, Azul Botticelli ou Vermelho Carmen.
Para o interior, são oferecidos oito acabamentos para o friso do painel de bordo (que envolve os aeradores), de instrumentos e para as telas multifuncionais. Para pomo da alavanca de câmbio, sete. Resta saber se tantas opções chegarão um dia ao Brasil.
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